Crachá de PVC ou de papel: qual compensa mais?
PVC ou papel? A resposta muda o custo, o tempo de vida do crachá e a impressão que ele passa. Como gráfica que imprime crachás todos os dias em Brasília, a BSB Crachás coloca os dois materiais lado a lado pra você bater o martelo.
PVC: o material dos crachás profissionais
PVC é o plástico dos cartões de banco e de fidelidade: rígido, aguenta água, não dobra no bolso nem perde cor com o atrito do dia a dia. A impressão sai nítida e segue viva por meses e meses de uso.
Pra quem pendura o crachá todos os dias — funcionário, prestador, chão de fábrica, trabalho externo — é a escolha óbvia. É exatamente o material do nosso crachá em PVC.
Papel plastificado: serve pro uso rápido
O crachá de papel (plastificado ou dentro de capinha) custa menos e cumpre o papel em situações pontuais: visitante de um dia, treinamento curto, evento relâmpago. Só que dobra, mancha e se desgasta rápido.
Se a opção for papel mesmo, uma capinha protetora rígida estica um pouco a vida útil dele.
PVC × papel: o placar
Durabilidade: o PVC vence com folga — vive meses ou anos; o papel é pra jogar fora depois do uso.
Imagem: PVC transmite empresa organizada; papel entrega solução improvisada.
Custo: a unidade de papel é mais barata, mas o PVC se paga quando o crachá precisa durar. Aqui na BSB Crachás o PVC parte de R$ 3,99, e o valor unitário cai conforme a quantidade sobe.
Qual levar, afinal?
Crachá de todo dia e imagem profissional: PVC, sem discussão. Evento descartável de um dia com verba apertada: papel resolve. Ficou em cima do muro? O PVC entrega mais por um preço que continua baixo.
Da leitura pra produção
Crachás, cordões e credenciais impressos na nossa gráfica em Brasília, prontos em 1 a 2 dias úteis.